Com o objectivo de participar nas corridas destinadas aos automóveis de Sport em 1949, a Ferrari concebeu o 166 Mille Miglia, equipado com o motor do Tipo 166 de 2 litros. Embora inicialmente a designação oficial deste Ferrari fosse 166 "Spider da Corsa", foi posteriormente referenciado como 166 Mille Miglia, assim baptizado em memória da vitória da Ferrari na clássica italiana de 1948. Foi apresentado no Salão de Turim de 1948 (14 de Setembro), e foi equipado inicialmente com uma carroçaria concebida pela Touring (o #0002M). A carreira desportiva deste modelo é particularmente relevante, com inúmeras participações em competições por todo o mundo, e com sucessos suficientes para tornar a Ferrari como a marca revelação deste período, e o 166 MM como um dos mais desejados modelos de competição da época. De entre as grandes vitórias, de salientar a das 24 Horas de Le Mans de 1949, através de Luigi Chinetti e Lord Selsdon (com o #0008M), a Targa Florio de 1949 com Biondetti (#0008M), entre muitas outras prestigiadas competições a nível internacional. 
A carreira do 166 MM é particularmente longa, sendo que em 1953 foi realizada uma segunda série, que prolongou a vida deste modelo. Tecnicamente, a evolução deste modelo foi constante ao longo da sua carreira, desde os motores com 120 CV de potência para os modelos com uma utilização mais de estrada, até aos de cerca de 140 CV destinados às competições, 
A carroçaria mais comum na primeira série de modelos foi realizada pela Touring de Milão, de Carlo Felice Anderloni (que havia sucedido na época, na gestão da empresa, ao seu pai, Felice Bianchi Anderloni) segundo um desenho da autoria de Federico Formenti (desenho nº1275 de 6 de Julho de 1948). Tal como refere o próprio Carlo Anderloni: 

" Fascinante, porque se tratou de dar uma personalidade a um Ferrari e não de repetir conceitos anteriormente já utilizados, Audacioso, porque o desenho obtido revolucionou os cânones da época do automóvel desportivo, tradicionalmente largos e baixos, estreitos em cima e largos na parte inferior da carroçaria, este novo Ferrari tem uma linha de cintura posicionada claramente abaixo do plano médio e uma altura ao solo mais importante. Foi por isto que os jornalistas da época o baptizaram de Barchetta." (Ferrari 166 MM Barchetta, Anderloni / Moretti, Automobilia, 1991)

A carroçaria foi concebida segunda a técnica "Superleggera", criada pela Touring, e que consistia na fixação dos painéis de alumínio da carroçaria numa estrutura constituída por uma "grelha" de tubos finos.
O 166 MM significou igualmente o início das participações em competição de automóveis Ferrari em Portugal, e em convergência com o curriculum internacional deste modelo, foi exaustivamente utilizado em competições numa carreira longa e vencedora. 
O 166 MM fez entra a Ferrari numa nova era.



Nº de chassis construídos (da 1ª série/ 1948 a 1950) : Total de 32
(Este modelo iniciou uma nova série numérica constituída por quatro digitos e uma letra no final)

                                                                            25 Barchetta, entre o #0002M e o #0068M
                                                                              7 Berlinetta, entre o #0026M e o #0066M

                                                A 2ª série (1953): Total de 13 

                                                                             9 Barchetta, entre o #0262M e #0342M
                                                                             4 Berlinetta, entre o #0244M e #0346M


Notas: 


Todos os 166 MM eram entregues com uma referência diferente consoante o tipo de utilização (estrada ou competição)

Embora anteriormente todos os Ferrari tivessem o mesmo número de motor e de chassis, o primeiro 166 MM, o #0002M, tinha um diferente número de motor, #0221, da série precedente. O 2º 166 MM construído, o #0004M, tinha o número de motor #0002M, iniciando, desta forma, uma série com o número de motor inferior ao número de chassis. Esta anomalia foi corrigida quando a Ferrari construiu o #024M- B à qual foi dado o número de motor #0024M. Este automóvel tinha o certificado de origem nº44 de 13 de Fevereiro de 1950 e inseriu-se entre o #0024M e o #0026M, isto fez com que os automóveis sucessivos (a partir do #0026M, inclusive) tivessem o mesmo número de chassis e de motor.


Principais características técnicas:


Motor:

V12 a 60º (frente, longitudinal)
Cilindrada: 1995,02 (60x58.8mm)
Cilindrada unitária: 166,25 cc
Taxa de Compressão: 8,5:1 (9.5:1 na 2ª série)
Potência máxima: Entre 120 CV a 140 CV às 6600 rpm.(160 CV às 7200 rpm, na 2ª série) 
Distribuição: Duas válvulas por cilindro, árvores de cames simples 
Alimentação: Três carburadores Weber 32DCF. (Alguns modelos equipados com um carburador do mesmo tipo) - (3 carburadores Weber 32 1F4C na 2ª série)
Ignição: Simples, dois distribuidores

Transmissão:

Caixa de cinco velocidades + marcha atrás, montada em bloco com o motor. Tracção às rodas traseiras

Châssis:

Monobloco com tubos de aço de secção elíptica
Suspensão frontal: Rodas independentes, molas de folhas transversal e amortecedores hidráulicos (Houdaille com regulação termo-estática).
Suspensão traseira: Eixo rígido, molas de folhas transversal semi-elípticas longitudinais, e amortecedores hidráulicos. Barra estabilizadora.
Travões: Hidráulicos de tambor 
Reservatório de combustível de 100 litros (consumo médio de 18 litros aos 100 Km)

Carroçaria:

Barchetta ou Berlinetta de dois lugares. Touring / Vignale / Pinin Farina / Abarth / Zagato

Pneus:

Frente e trás: 5.50 - 15 (6.40 - 15, na 2ª série)

Dimensões:

Distância entre eixos: 2200 mm (2250 mm na 2ª série)
Peso: 650 Kg (800 Kg na 2ª série)

Prestações:

Velocidade máxima: 220 Km/h

(Dados baseados em documentos oficiais)
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A piloto francesa Yvonne Simon adquiriu este 166MM Berlinetta Touring LM a Luigi Chinetti nos inícios de 1950. 
Tinha cor azul, e após a participação no I Circuito Internacional do Porto, Yvonne Simon juntamente com Michele Kasse, alinhou com este mesmo Ferrari nas 24 Horas de Le Mans no fim de semana seguinte à corrida do Porto, sendo mesmo as duas primeiras pilotos femininas a correr na clássica francesa, participação que Simon repetiu, com o mesmo Ferrari, aqui em equipa com Betty Haig (inscritas por Luigi Chinetti), nas 24 Horas de Le Mans de 1951 (23 e 24 de Junho) onde se classificou no 15º lugar final.
De referir que Yvonnne Simon, conseguiu a vitória no Circuito de Velocidade de Nice (1 de Abril de 1951). Actualmente este 166 MM pertence ao italiano Mario Camellini.



I Circuito Internacional do Porto
17/18 de Junho
Yvonne Simon (nº2)
Treinos: 7º
Corrida: 4º
(Foto: Jornal O Volante/Colecção Manuel Taboada)
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Antes de ser importado por João Gaspar, este 166MM de cor vermelha e com motor equipado com um carburador (Weber, 36mm), disputou, ainda em 1950, a X Volta à Sicília, pilotado por "Gigi" Villoresi / Lucchi (nº438), corrida na qual desistiram.
A 20 de Junho de 1950, o #0040M saiu da fábrica em Maranello, e chegou ao aeroporto de Pedras Rubras no Porto, a 22 de Junho.
Foi registado com a matrícula: NO-13-56

Principais características técnicas do #0040M:

Châssis do Tipo MM.50 / #0040M
Motor Tipo 166 M / #0040M
Caixa de velocidades Tipo 166 M / #26
Ponte Tipo 166 M / #0022

Carburador (1) Weber 36 DCF
Embraiagem Tipo "Confort"
Foi enviado para Portugal com cinco rodas 5.90x15, velas Lodge RL.51, bem como uma série RL.50.

Travões: Tambor, Frente e trás: 400 / 60 mm
Rodas: 166 Rudge - 72 raios, 15x4.00
Pneus: Pirelli, frente: nº3 - 5.50x15, trás: 6.00x15
Amortecedores: Houdaille reforçados
Direcção: 166 / Fabbri
Reservatório combustível: MM.50 de 120 litros
Escape: nº2 MM


Parte mecânica montada no dia 20 de Maio de 1950. Responsável: F. Franchini
"Collaudo su strada" feito no dia 19 de Junho de 1950, e da responsabilidade de F. Navone.


Aeródromo de Pedras Rubras (Porto)
22 de Junho
Chegada a Portugal deste 166MM
(Matrícula NO-13-56)
(Foto: Jornal O Volante/Colecção Manuel Taboada)

IX Circuito Internacional de Vila Real
25 de Junho
Vasco Sameiro (nº10)
1º Treinos
Não classificado na corrida
(Matrícula: NO-13-56)
(Foto: Colecção Manuel Taboada)

II Rampa de Santa Luzia
18 de Agosto
Vasco Sameiro (nº8)
2º lugar
(Foto: Jornal "O Comércio do Porto")

Entre a Rampa de Santa Luzia e o II Circuito de Vila do Conde, o #0040M é equipado (na fábrica) com um motor do Tipo 195 (2,3 litros)
                                             

                                                       
II Circuito de Vila do Conde 
23 de Setembro
Casimiro de Oliveira (nº15)
Treinos: 1º
Corrida: 1º
(Foto: Jornal O Volante/Colecção Manuel Taboada)

(Nesta altura o #0040M era propriedade de Miguel Ferreira)


IV Circuito de Vila do Conde
27 de Setembro
José Cabral (Nº8)
Treinos: 4º
Corrida: 4º


Posteriormente, foi adquirido por Manuel dos Santos Pinto, um comerciante de automóveis de Lisboa, que lhe deu somente uma utilização turística. Nos inícios de 1953, foi adquirido por Leão José Azavey Teixeira, que o utilizou em algumas competições de menores dimensões, como o Campeonato de Arranques do Clube 100 à Hora.  Em meados de 1954, foi comprado por  Manuel Palma.



Campeonato de Arranques do Clube 100 à Hora
Avenida Infante D. Henrique (Lisboa)
8 de Março
Leão José Azavey Teixeira
3º Classificado
500 Metros: 18,44''
1000 Metros: 31,16''


Estacionado numa rua de Lisboa, numa altura em que pertencia a Manuel dos Santos Pinto.
(Foto: Arquivo família Santos Pinto)


Rampa da Pena
21 de Agosto
Joaquim Filipe Nogueira
Resultado: ?
(Colecção José Filipe Nogueira)

VII Volta a Portugal em Automóvel
30 a 5 de Dezembro
Manuel Palma/Augusto Palma
Não terminaram
(Foto: Colecção Ângelo Pinto da Fonseca)


Prova de Arranques do 100 à Hora
11 de Março
Augusto Palma
2º da Classe


VIII Grande Prémio de Portugal
Taça Governador Civil de Lisboa
21/22/23 de Agosto
José Maria Paula Nogueira (nº6)
Corrida: 4º e 1º da classe (19 Voltas / 0.55.23,48 / 111,960 Km/h)
Volta mais rápida do piloto: 2.48,31/ 116,357 Km/h (3ª vmr)

O #0040M já no Caramulo, ostentando a matrícula correspondente ao #0056M

Posteriormente, é vendido ao Dr. João Lacerda (Museu do Caramulo), com o número de châssis e os documentos do #0056M. Esta alteração foi feita aquando da estadia simultânea do #0040M e do #0056M na garagem Palma & Morgado em Lisboa.
Em 1973, o #0040M foi vendido a Derek Collins, e actualmente pertence ao casal inglês, Sally e Dudley Mason-Styrron, e está equipado com um motor de dois litros.


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Este foi o 1º Ferrari a chegar a Portugal. Se o #0040M saiu de fábrica a 20 de Junho (chegada a Portugal a 22 de Junho), o #0056M chegou a 10 de Junho, e foi vendido novo a João Gaspar, tinha cor azul metálico e os seus primeiros proprietários foram José Martins Barbot (pagou cerca de 150 contos pelo Ferrari) e José Marinho, que dele fizeram unicamente uma utilização turística.
Em 1951 foi vendido a Guilherme Guimarães, que inicia a carreira desportiva do #0056M.
Foi registado com a matrícula: PN-12-81. Em 1955, foi utilizado por José Ferreira da Silva, no V Grande Prémio de Portugal, onde efectuou somente os treinos. Mais abaixo, e em sequência cronológica, pode ler-se a posterior história deste #0056M.
Motor: #0056M


II Circuito Internacional do Porto
I Grande Prémio de Portugal
17 de Junho
Guilherme "Searamiug" (Nº6)
Treinos: 10º
Corrida: Não terminou (avaria mecânica)
(Foto: Coleção João Manuel Gomes)

X Circuito Internacional de Vila Real
15 de Julho
 "Guilherme Searamiug" (nº19)
Treinos: 8º
Corrida: Não terminou (acidente)
(Foto: António Cândido Taboada)


Em Fevereiro de 1952, o #0056M foi enviado para a fábrica para uma revisão.
Na foto (feita no parque de estacionamento da alfândega de Lisboa), quando chegou a Portugal, juntamente com os dois novos 225S #0180ET e #0198ET.

III Circuito Internacional do Porto
II Grande Prémio de Portugal
22 de Junho
G.F. Oliveira (nº15)
Treinos: 12º
Corrida: 8º

XI Circuito Internacional de Vila Real
6 de Julho
Guilherme Guimarães (Nº11)
Treinos: 10º
Corrida: 5º

Rampa da Penha
27 de Julho
Guilherme Guimarães (Nº27)
4º da Geral
1º do Grupo II (1500cc a 2000cc)


Rampa de Santa Luzia
15 de Agosto
Guilherme Guimarães (Nº27)
Não terminou (Embraiagem)

III Circuito de Vila do Conde
30 e 31 de Agosto
Guilherme F. Oliveira (Guilherme Guimarães) (Nº15)
Treinos: 5º
Corrida: 3º


IV Circuito de Vila do Conde
26 e 27 de Setembro
Guilherme F. Oliveira (Guilherme Guimarães) (Nº7)
Treinos: 8º
Corrida: Não terminou


Quilómetro de arranque e 500 metros lançados de Pedras Rubras
6 de Dezembro
Guilherme Guimarães
1º na classe de 2 litros nas duas provas



VI Circuito Internacional do Porto
V Grande Prémio de Portugal
24/25 e 26 de Junho
José Ferreira da Silva (Nº23)
Treinos: 18º
(A Comissão Desportiva do Automóvel Clube de Portugal impediu o piloto de participar na corrida devido à média por volta nos treinos ser demasiado baixa)

Em 1957, o #0056M é adquirido por Manuel Palma. Nesta altura, o #0056M trocou as matrículas e os documentos com o #0040M. Foi ainda propriedade de Raul Geraldes de Castro Cuteiro, para de seguida, e nessa altura equipado com o motor Tipo 225 (2,7 litros, e três carburadores) do #0200ED, ser adquirido pelo ATCA (Automóvel Touring Clube de Angola), que com ele, e através de diversos pilotos, faz algumas competições em Angola.


III Grande Prémio de Angola
19 de Setembro
Sebastião Gouveia (nº8)
Treinos: 21º
Corrida: 16º


 I Taça Cidade de Lourenço Marques
24 de Julho
João Alves
Corrida: 3º lugar

IV Grande Prémio de Angola
18 de Setembro
João Alves (nº3)
Treinos: 16º (2.37,21 / 105,800 Km/h)
Corrida: Não terminou

A dada altura da vida africana do #0056M, o motor Tipo 225 foi substituído por um BMW 327, com o qual efectuou uma corrida em Lourenço Marques.
Posteriormente, já em 1967, o #0056M é vendido para a África do Sul (Joanesburgo), a Hugh Gearing, altura em que foi pintado de branco e registado com matrículas sulafricanas, TJ 158-854. Tinha duas entradas de ar no capôt, e duas saídas atrás das rodas traseiras. 
Em 1973, Gearing vendeu-o a Robert van Zyl (Joanesburgo), juntamente com o #0056 foi vendido o motor Tipo 225 #0200ED (equipado com três carburadores), motor que van Zyl reinstalou no #0056M. Quando van Zyl retirou a pintura branca da carroçaria deste Ferrari, encontrou nada mais nada menos que doze camadas de tinta, sendo a primeira, a original azul metálico. van Zyl pintou o #0056M de vermelho. Tapou as duas saídas de ar atrás das rodas traseiras, e montou dois pára-brisas (separados) que haviam sido feitos na DK Engineering. Como curiosidade, refira-se que o #0056M possui, no local errado e com os caracteres errados, uma inscrição com os números #0040M, resultado da altura em que foram trocados os documentos e as matrículas dos dois carros.

O registo de propriedade do #0056M, que acompanhava o 166 MM #0040M, na altura em que foi adquirido pelo dr. João de Lacerda.

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O segundo 166 MM construído (1949), e correspondia a um 166 MM com especificações Lusso. Tinha o capôt do motor de dimensão mais reduzida, e entrada de ar para o motor proporcional. Tem posto de condução à direita. Esteve exposto no Salão de Genebra de 1949 (17 a 27 de Março)
Pertenceu inicialmente à Scuderia Ferrari, tendo alinhado nas Mil Milhas de 1949, através da equipa constituída por  Felice Bonetto e Francesco Carpani (2ºs classificados). Nos inícios de 1950, foi adquirido por Luciano Musso, de Roma, que com ele alinhou em diversas competições em Itália, entre as quais as Mil Milhas de 1950 (23 de Abril), onde fez equipa com Enrico Casularo (não terminaram). Em 1951 foi comprado por Franco Cornacchia, que através da sua equipa, Scuderia Guastalla, alinhou em várias competições, tal como as Mil Milhas desse ano, através da equipa, Salvatore Russo Velis e Salvatore Scuderi (Não terminaram). Piero Carini, utilizou-o posteriormente em várias corridas, entre as quais as corridas efectuadas em Portugal, em 1951 e 1952.
Em 1952, foi para os Estados Unidos da América, adquirido pelo piloto americano Frank Arciero,  conduzido por diversos pilotos como, Bob Drake e Bob Bondurant, para além do próprio Arciero. Actualmente encontra-se ainda em solo americano.
Motor: #0002M
Matrículas: Roma 131864, MO 24079 (...)


I Grande Prémio de Portugal
(Porto/Circuito da Boavista)
17 de Junho
Piero Carini (nº19)
Treinos: 6º
Corrida: 5º

X Circuito Internacional de Vila Real
15 de Julho
Piero Carini
Treinos: 3º
Corrida: Não terminou
(Foto: António Cândido Taboada)


III Circuito Internacional do Porto
II Grande Prémio de Portugal
22 de Junho
Piero Carini (nº30)
Treinos: 8º
Corrida: 5º

XI Circuito Internacional de Vila Real
6 de Julho
Conde de Monte Real (nº8)
Treinos: 7º
Não participou na corrida
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o 1º Ferrari de Eugenio Castellotti. Foi adquirido ao concessionário Ferrari em Milão, Franco Cornacchia. A primeira competição feita foi o XII Giro di Sicilia, a 1 de Abril de 1951. Ao todo, Castellotti alinhou em oito competições com este Ferrari, que tinha cor preta.
Motor: #0058M


I Grande Prémio de Portugal
(Porto/Circuito da Boavista)
17 de Junho
Eugenio Castellotti (nº30)
Treinos: 8º
Corrida: 7º

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Motor: #0020M


III Circuito Internacional do Porto
II Grande Prémio de Portugal
22 de Junho
Clemente Biondetti (nº28)
Treinos: 9º
Corrida: 6º

XI Circuito Internacional de Vila Real
6 de Julho
Clemente Biondetti (nº10)
Treinos: 8º
Corrida: 3º

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Rali Internacional do ACP
18 de Outubro
Jacques Herzet (nº27)
10º geral
3º da Classe (1300cc a 2000cc)
(Foto: Arquivo ACP)